A disputa pelos rankings do BSOP promete ser muito intensa durante o Millions, etapa histórica que encerra a temporada de 2025 do Campeonato Brasileiro de Poker. Em três das seis competições em aberto, a liderança e vice-liderança são dos colombianos Carlos Serrano e Sebastian Fonseca, primeiro e segundo, respectivamente.
Depois de Serrano mostrar tranquilidade em relação aos planos para a etapa final do BSOP, foi a vez de Sebastian comentar sobre a intensa perseguição ao compatriota. Após colecionar pontos importantes na etapa de Foz do Iguaçu, ele chega confiante para o Millions. “Tive bons resultados lá. Quando você está jogando bem, estudando todos os dias e mantendo o foco, esse foco vira realidade“, disse ele. “Quando chega na reta final, a energia está muito boa e isso te permite sonhar mais alto.”
“Pensando no top 10 dos rankings em que sou vice, se alguém crava um High Roller ou o Main Event, tudo pode mudar“, falou o profissional sobre a busca pela liderança do ranking Geral, High Roller e Jogador Estrangeiro. “Sigo tranquilo, ainda falta muita coisa“. Quando perguntado sobre a estratégia para a última parada do circuito, ele disse: Vou jogar os High Roller, mas se for um no qual acho que não tenho uma boa expectativa, prefiro jogar algum evento paralelo. Mas o foco principal continua sendo os High Rollers.”
Como forma de se preparar para a maratona que é o BSOP Millions, o colombiano confessou que utiliza de meditação, exercícios e muita tranquilidade mental, chegando “em paz para tomar as melhores decisões”. Por fim, ele falou sobre seu papel como embaixador da marca nessa nova fase de expansão e crescimento do festival. “O trabalho que o BSOP está fazendo é maravilhoso. Só posso agradecer ao Rafa, que me trouxe para ser embaixador e ajudar a marca. Tenho ajudado no que posso, trazendo jogadores de fora, mexicanos, argentinos, colombianos, para competir aqui. O pessoal está ficando muito satisfeito, e é isso. Acho que o BSOP está fazendo um trabalho incrível.”
Com ações acontecendo até 29 de novembro, o festival ainda promete muito na briga pelos rankings. “Acredito que, em pouco tempo, todo mundo lá fora vai querer jogar, com certeza”, falou. “Este ano já temos vários estrangeiros: alemães, americanos, franceses, italianos, portugueses e jogadores de toda a América Latina. Com certeza será um evento que o mundo inteiro vai querer disputar“.











