Paulo Joanello é o atual campeão do ranking de High Rollers do BSOP (Brazilian Series Of Poker) e segue em busca do bicampeonato. Atualmente, o único detentor de um relógio do maior circuito de poker da América Latina acumula 3.812,20 pontos. Entretanto, a desvantagem para o líder é grande, já que Carlos Serrano possui 5.208 tentos.
Apesar da grande distância, o regulamento do Campeonato Brasileiro de Poker prevê que o Campeão Brasileiro não pode acumular conquistas, ou seja, com a liderança de Serrano na disputa principal, o Jogador do Ano de High Rollers está em aberta, com o empresário tendo uma vantagem mínima contra Sebastian Fonseca, que aparece com 3.690 pontos na terceira colocação.
O segundo colocado analisou o cenário da competição. “Caso o Serrano vença o ranking principal, a briga, talvez, fique entre Sebastian e eu. Entretanto, ele gosta de jogar os outros torneios, para tentar buscar o Carlos no Campeonato Brasileiro. Eu vou estar lá, não tem nada certo, ainda tem duas etapas e tudo é decidido no BSOP Millions”.
Mesmo com a etapa de Foz do Iguaçu se aproximando, o jogador acredita que nada se definirá até o BSOP Millions. “São muitos torneios, então, são muitos pontos para serem disputados. No ano passado, o Dennys Ramos venceu dois torneios e saltou para o quinto lugar, só tendo jogado uma etapa. Ele não venceria, pois é necessário ter jogado três etapas, mas mostra o quanto a disputa está aberta, ou seja, o décimo colocado tem chance também. Tem que esperar”.
Joanello também está muito bem posicionado no Campeonato Brasileiro de Poker, estando na quarta colocação. O competidor analisou o cenário da disputa. “Se eu for bem nos high rollers, pode ser que eu tenha uma chance, mas eu não tenho jogado os outros torneios, nem o Main Event. Por isso, eu acabo nem olhando, mas como os eventos mais caros valem mais pontos, se eu for bem nessas etapas, existe a possibilidade”.
Figura presente nos torneios mais caros do BSOP, Paulo Joanello falou do anúncio da Super High Roller Series. “A ideia é uma loucura [risos]. São torneios para trazer o pessoal de fora, são poucos brasileiros que podem jogar. Eu irei jogar um ou outro, se eu estiver indo bem na série. Os de R$ 100 mil eu jogo, mas são dois no ano, que acabamos dando o tiro fora, que são as loucuras que eu faço. É muito legal atrair os estrangeiros para o Brasil, fazer um EPT Monte Carlo dentro de São Paulo, mas eu particularmente não irei jogar. Porém, é muito bacana fazer isso aqui no Brasil, é um fenômeno”.











