O BSOP Foz do Iguaçu está chegando ao final. Agora, a comunidade de poker volta sua atenção para o BSOP Millions 2025, cuja expectativa é ser o maior evento de poker da história da América Latina.
E dois dos grandes responsáveis por todas as novidades e pela grandiosidade do evento falaram com o portal. Rafael Moraes, CEO do BSOP, e Devanir Campos, CFO, contaram qual a expectativa e como foi a construção desse gigante do poker mundial.
A primeira etapa para qualquer evento é o planejamento, e Rafael Moraes conta como tem sido a preparação para o Millions. “É um evento muito complexo, de 16 dias, com pessoas do mundo inteiro vindo. É um evento em que a gente tem que ter torneios de buy-ins variados para não deixar ninguém triste. Com certeza a gente chegou em um grau de complexidade gigantesco, de equipe, de nível de evento, que eu acho que se a gente conseguir chegar em tudo que a gente está pensando, vamos ter o evento mais bonito, mais complexo, com a maior imersão da história para os jogadores de poker. É um desafio muito grande, mas estamos trabalhando para isso.”
Inclusive, uma das várias novidades deste BSOP Millions é a grade, que conta com diversas opções de Mixed, Omaha, e o principal: a Super High Roller Series. Devanir explica. “A construção de uma grade como a do BSOP Millions é um trabalho muito complexo e que leva mais de mês. São muitos detalhes que a gente tem que olhar, é um esforço conjunto, de um time. E a gente também consulta muito a comunidade. Não sou eu que jogo os torneios, são os jogadores. Então, não adianta eu fazer um torneio que me agrade, ele tem que agradar quem vai estar lá. Vamos atrás dos jogadores para nos ajudarem a fazer realmente o melhor produto do mundo. É um trabalho feito com muito carinho, com muita vontade. Cada vez que a gente faz uma grade do Millions, a gente quer realmente ver todo mundo saindo com um sorriso no rosto.”
Rafael Moraes complementa e explica por que a grade é tão variada, pensada para atender todos os públicos. “Poker no final do dia não é só Texas Hold’em. Eu gosto, sou apaixonado, mas tem muita gente que é apaixonada por esses outros torneios, Mixed Games, Omaha e tudo mais. Então, a gente vem muito de acordo com isso, de criar um evento que realmente seja para todo mundo que ama poker.”
Como tudo começou
Um dos idealizadores do Millions, que começou como Million, no singular, em 2011, Devanir fala sobre o sentimento em ver o Millions, no plural há mais de 10 anos, do tamanho que está atualmente. “A sensação é muito boa. O Millions é um filho. A gente começou com o Million e não existia um plano muito claro do que seria, onde iria virar. A gente estava realmente testando um formato naquele momento. E deu muito certo.”
E o CFO do BSOP complementa. “O Millions fincou seu lugar no calendário da América Latina, e este ano o nosso grande desafio é que essa data, esse espaço que existe no calendário de poker latino-americano ele cada vez mais ocupe um cenário global. Que os jogadores de todo o mundo, da Ásia, da Europa, da América do Norte, cada vez mais coloquem o Millions no seu radar e que seja parte do calendário deles fixo ao longo dos anos. É uma felicidade muito grande, um desafio muito grande, é uma responsabilidade muito grande. Enfim, no Millions, tudo é grande.
Por fim, Devanir destaca qual o grande objetivo da equipe BSOP para o Millions. “Sem dúvidas que os olhos de todos estão na Super High Roller Series. Nós temos nossos índices de performance internos, mas eu acho que se os jogadores, especialmente os jogadores internacionais que estão vindo pela primeira vez ao Brasil acompanharem a série, saírem daqui muito satisfeitos e falarem ‘que legal que tem um torneio desse nível, desses buy-ins, com essa premiação, com essa qualidade no Brasil’, a gente vai ficar muito satisfeito. E se tudo der certo, a gente vai ver eles e mais alguns amigos novos no ano que vem.”











